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terça-feira, 26 de abril de 2016

Governador demite secretário de Saúde, Marcos Pacheco, vejam alguns dos motivos que levaram a exoneração

O governador Flávio Dino  exonerou o secretário de Saúde, o médico Marcos Pacheco, e em seu lugar nomeou o adjunto, o advogado Carlos Lula.

Reunião tensa agora no Palácio dos Leões. Pacheco vinha sendo cobrado por causa da ineficiência nas ações da saúde, além do atraso no pagamento dos institutos e Oscips que pagam médicos e enfermeiros.

Agora, por volta das 10h10, o secretário Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, foi comunicar o ato ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho.

Eles estão reunidos com vários deputados na sala de reunião da presidência daquele poder. Enquanto isso, o secretário Marcos Pacheco se despede do cargo participando da última reunião dele com o pessoal do Banco Mundial, tratando de empréstimos financeiros para o setor de Saúde do Estado.



O governador Flávio Dino anunciou hoje nas redes sociais a ida do secretário de Saúde, Marcos Pacheco, para a Secretaria Extraordinária de Articulação e Políticas Públicas quase duas horas depois que o Blog do Luis Cardoso informou a exoneração.

Dino deu a entender que foi uma mudança de rotina, o que não é verdade. Para o lugar de Pacheco assume o adjunto Carlos Lula e em lugar dele a enfermeira Karla Trindade, que deu lugar ao ex-secretário de Saúde.

Flávio Dino vinha insatisfeito com a falta de atitude de Pacheco, mas alguns motivos não agradaram também. Ele ficou irritado quando soube que os alunos do curso de Medicina da Uema estão há mais de uma semana com as aulas práticas paradas em razão do Hospital Carlos Macieira ficar disponível só para o Ceuma. Marcos Pacheco foi um dos coordenadores do curso de Medicina do Ceuma.

Além disso, a gestão não lhe agradava. Médicos mais próximos da família do governador reclamaram dos constantes atrasos em seus salários e dos enfermeiros, a ausência de medicamentos e equipamentos hospitalares.

Durante a gestão de Marcos Pacheco, houve sim uma queda na qualidade da saúde do Maranhão, dificuldades na regulação de leitos no interior e a revolta dos trabalhadores na Saúde, além do desestimulo, e a falta de relacionamento com a secretária municipal de Saúde, Helena Dualibe.

Ocorre, porém, que Pacheco nunca teve autonomia para administrar. Sempre recebeu ordens que não vinham diretamente do gabinete do governador. Afinal, todos sabem que manda na pasta.
Fonte: Blog do Luis Cardoso

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