sábado, 21 de novembro de 2015

Polícia apreende material usado para furto de energia em Imperatriz

 IMPERATRIZ – Em cumprimento de ordem judicial, a Polícia Civil apreendeu vários materiais usados para frades em equipamentos da rede de energia e furtos, como cabos, lacres e medidores. O material foi encontrado na casa de funcionários de uma empresa terceirizada que presta serviço para a Companhia de Energia Elétrica do Maranhão (Cemar).

“Se estivessem em casa teriam sido presos em flagrante delito por receptação dolosa e apropriação indébita. De qualquer forma representaremos pela prisão preventiva dos dois junto ao judiciário”, afirmou o delegado Paulo Roberto, que comandou a ação.

As buscas foram feitas nas casas de Cleubson Santana de Souza e Walison Souza Ferreira, ambos funcionários da DPL, prestadora de serviços da Cemar. Os dois são apontados como autores de dezenas de fraudes em medidores de energia e de venderem material de uso exclusivo da concessionária de energia.

De acordo com o delegado, os dois fazem parte de uma quadrilha de vários fraudadores, que os nomes são mantidos em sigilo para não prejudicar as investigações. A princípio, a função deles era fornecer equipamentos de uso exclusivo da concessionária de energia para que os outros fraudadores executarem as fraudes nas unidades consumidoras.
Ainda segundo o delegado Paulo Roberto, que comandou a ação, essa foi uma continuidade de uma operação maior, realizada há um mês, que resultou na apreensão de material e na prisão de cinco pessoas, que já foram soltas após pagamento de fiança. O delegado disse que muito material já foi apreendido, principalmente, lacres que são colocados nos medidores após as fraudes.

Ainda segundo o delegado Paulo Roberto, que comandou a ação, essa foi uma continuidade de uma operação maior, realizada há um mês, que resultou na apreensão de material e na prisão de cinco pessoas, que já foram soltas após pagamento de fiança. O delegado disse que muito material já foi apreendido, principalmente, lacres que são colocados nos medidores após as fraudes.
 
Segundo dados da Cemar, a energia furtada, consumida e não faturada, representa uma perda anual de receita para o Estado de mais de R$ 43,4 milhões, recursos que poderiam estar sendo revertidos em benefícios para a população.

Com o furto de energia, acontece, também, a sonegação de impostos como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), a Contribuição para custeio da Iluminação Pública (CIP), Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que são repassados integralmente aos governos federal, estadual e municipal.

As adulterações de equipamentos de medição e desvios de equipamentos eletroeletrônicos, são práticas adotadas por consumidores com contratos regulares com a Companhia que, por meio de condutas ilícitas, buscam artifícios para reduzir parte da energia consumida. A ação criminosa é passível de punições legais, inclusive, com pena de 1 a 8 anos de prisão e multa.
(Imirante.com) 

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