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sábado, 15 de agosto de 2015

Dançarina de funk vira usuária de crack e nega apelo da mãe para deixar ruas

A ex-dançarina de funk Juliana Silva tinha um futuro promissor na carreira artística, mas o vício em drogas a afastou dos palcos. Nascida em Sepetiba, zona oeste do Rio de Janeiro, a morena atualmente vive nas ruas de Acari.

Desde a infância, Juliana almejava a fama. Morena e expressiva, a jovem gostava de posar para as câmeras.

Na casa da mãe Maria da Cruz Silva Viana, dezenas de fotos da vida de Juliana são guardadas com carinho.

Ainda na adolescência, Juliana abandonou os estudos para se dedicar à carreira artística.

Aos 15 anos, a bela morena ganhou um concurso de Rainha do Carnaval e a fama chegou.

Conheceu famosos, participou de programas de auditório, novelas e passou a integrar um dos maiores grupos de funk do Rio de Janeiro.
Maria Viana afirma que a imagem que guarda da filha é da jovem brincalhona e extrovertida.

— Ela era ativa, bagunceira, brigona. Me lembro como se fosse hoje.

Mãe e filha sempre foram muito próximas.

Mas Juliana passava pouco tempo em casa com a família devido à alta carga de trabalho.

— Ela viajava muito. Quando ela teve o filho mais novo, deu para o pai cuidar porque não tinha tempo de cuidar da criança.

A fama, os eventos e badalação eram os objetivos de Juliana. Mas, com o fim da alta demanda de shows e presenças em festas, a jovem ficou depressiva. Segundo a mãe, ela não saía de casa.

— Ninguém mais ligava pra ela, nem contratava. Ela não queria mais tomar banho, se arrumar ou ver pessoas.

depressão levou Juliana para as ruas. A mãe lamenta a vida atual da filha.
— Cuidei com tanto carinho, com todo amor. A vi no sucesso e, de repente, ela está do jeito que está. É revoltante.

A mãe relata que Juliana passou a ser usuária de crack e que até já foi agredida pela filha.
— Ela me batia, dava puxões de cabelo e tapas. Os vizinhos ouviam.

Atualmente, a morena mora nas ruas e não toma banho. A mãe queria conseguir ajudar a filha a sair das ruas.

Alguns vizinhos contam que Juliana cumprimenta e conversa quando os encontra na rua, mas nega ajuda.
Questionada se ainda se lembrava da vida de fama e glamour, Juliana disse que não há como esquecer.

— Lembro de tudo que aconteceu na minha vida. Datas boas e especiais, é sempre bom relembrar.

Apesar das lembranças, Juliana recusa ajuda para voltar para casa e largar o vício em drogas.

A mãe da jovem teme pelo futuro da filha e não desiste de pedir ajuda.
— Minha filha precisa de ajuda. Uma internação pode ajudá-la a sair desse vício.



Fonte: R7 



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