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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

‘A briga é dentro da coligação’, diz Pastor Porto sobre vazamento de conversa no WhatsApp

Candidato ao cargo de deputado federal pelo PPS, o ex-vice-governador do Maranhão e vice-prefeito de Imperatriz, Pastor Posto, mudou o tom em relação a deputada estadual e adversária na disputa pela Câmara Federal nestas eleições, Eliziane Gama.

Ao Atual7, Porto confirmou como verdadeira uma conversa vazada na internet na semana passada, na qual ele diz que estaria ‘armado até os dentes’ em uma ‘guerra’ por espaço ‘no programa eleitoral’ do PPS. Questionado sobre seu relacionamento com Gama, ele afirmou nada ter contra a parlamentar, e que ‘não há uma pessoa específica’ com a qual ele tenha de ‘lutar’ dentro do partido.

‘Quando me referi da luta por espaço eleitoral, falei de algo que acontece em toda coligação, todos os anos. Alguns candidatos ficam chateados por não ocuparem os espaços que eles acham que são merecedores. A briga é dentro da coligação. A minha é formada por 6 partidos, então não há uma pessoa específica com a qual eu tenha que lutar, não tenho nada contra a Eliziane’, disse o vice de Imperatriz.

Perguntado sobre sua mudança de fala – e lembrado que a palavra do evangélico deve ser sempre uma, Pastor Porto desconversou, alegando que, na conversa do WhatsApp, teria ‘reclamado’ apenas o ‘espaço do horário’, e que falou ‘sério’ por que estava mesmo ‘disposto a brigar’ por este espaço.

‘Eu escrevi algo reclamando o meu espaço no horário. Falei sério e disse que estava disposto a brigar pelo meu espaço. Isso eu disse. O que falei, falei. Mas que ninguém venha colocar palavras na minha boca’, finalizou.

O Atual7 apurou que a briga no PPS começou após o descumprimento de um acordo firmado pelo presidente Estadual do PCdoB e coordenador-geral de campanha de Flávio Dino, Márcio Jerry. Quando da costura com Eliziane Gama para apoio à Dino, Jerry prometeu todo o material de campanha para a deputada, além de mais 1min30s de TV, sem consultar o Solidariedade, o PSDB e o PP, de onde tiraria o tempo para a nova aliada.


Sabedora de que o filho do ex-governador Jackson Lago (PDT), o médico Igor Lago, não se elege, Gama tentou passar a perna em Pastor Porto e ficar com todos os 30s de tempo do PPS só para ela, pelo risco de perder para o vice de Imperatriz a única vaga que a legenda pode conquistar na disputa pela Câmara.

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